sábado, 6 de setembro de 2008

(CINEMA) Por que eu escolhi cinema

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Nesses meus 19 anos de vida mórbida eu já quis ser muita coisa. Na verdade não, quer dizer eu queria ser médica para carimbar atestados. Sério, eu adorava ver os médicos carimbando e tal, mas aí me disseram que eu era burrona e tipo, não rola a não ser que discolasse 2 mil reais por mês pra estudar numa particular.Tá, aí eu queria ser detetive, mal de ler muito Conan Doyle e beleza, me disseram mais uma vez que eu era burrona e que eu nunca seria uma Dana Scully da vida. Então tudo bem, eu vou ser o que então?? Aí eu pensei muito e decidi que eu queria ser uma escritora. Mas aí falaram que eu não sei escrever. Mas como? A única coisa que eu sei fazer na vida é escrever, tudo bem que são besteiras, mas e daí? De besteira já basta Algusto Cury e Dan Brown, por que, francamente... Quem vê até pensa, adooooro Algusto Cury, ele mudou a minha vida com o "Nunca desista de seus sonhos" e Dan Brown? Dan Brown é foda, quem não pensou em virar ateu quando leu "O Código Da Vinci" e eu até tenho o "Fortaleza Digital", uma belezura... Porém, hoje eu desencanei dessa idéia, sei lá, escrever as vezes é chato e tem que pensar em possibilidades também, e se eu ficar cega?? Não serei que nem Jorge Luís Borges, ele lia sem braile, serinho. E aí veio a minha verdadeira vocação: Cinema. Eu não sei desde quando, mas faz um tempo e desde criança eu via muito filmes, desde sessão da tarde até... Bom, não sei. Então era isso. E hoje é cinema: Cinema faz parte da minha vida, cinema vai me deixar pobre e o melhor, cinema me fará vomitar intelectualidade \0/ Taí, eu escrevo umas histórias bizarras, ganho a lot of money e se eu ficar cega, bom, vocês já viram "Dirigindo no escuro" de Woody?? Eu posso me dar mal na América, mas sempre existirão os franceses.

Sem dúvida, honey!

Então é isso, até por que, feinha já sou, agora só falta uma versão Diane Keaton masculina e...
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(SÉRIES) Dexter

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Tonight is the night”, essa é o lema de Dexter Morgan, um dos personagens mais intrigantes da televisão atual. Sua dupla personalidade intimida e nos faz acreditar que todos nós temos um pouco de bom e de ruim. O policial/detetive que também é um meticuloso serial killer tem de esconder-se de pessoas que aos poucos ele vai amando, sua irmã de criação Deb, sua namorada (danificada) Rita e dos filhos dela, Astor e Cody. Sua obsessão por matar vai sendo explicada no decorrer da série, mas o mais interessante é que ele não “mata por matar”, Dexter segue um código (O Código de Harry) deixado pelo seu pai adotivo em que ele deve fazer justiça a quem não teve. Quem dá vida a Dexter é o ator Michael C. Hall, (também da série Six Feet Under, traduzida no Brasil como A Sete Palmos), que consegue mostrar toda a ansiedade, angústia, excitação, dualidade e um quê de egoísmo do personagem. Sua atuação já foi indicada duas vezes ao Emmy, maior premiação da televisão americana. Além das atuações, um dos pontos altos do show, são as músicas de Daniel Licht e Rolfe Kent que nos ajudam a criar um clima e expectativa para cada tipo de cena.A série que estreou em 2006, já teve duas temporadas, sempre se superando. A terceira (super aguardada) estréia dia 28 de setembro nos EUA. Aqui no Brasil, a série só é exibida na TV paga pelo canal FX aos domingos. Dizem que o SBT já adquiriu os direitos de exibição da 1ª temporada, cabe esperarmos.


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